A Incerteza do movimento de uma bola Oval "¿Qué clase de mundo es éste que puede mandar máquinas a Marte y no hace nada para detener el asesinato de un ser humano?" José Saramago
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
As mais belas bibliotecas do mundo ocidental

Via site do El Mundo, algumas fotografias de bibliotecas. Continuam a ser um dos mais belos cenários de paz no mundo.



publicado por blogoval às 18:57
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Sábado, 27 de Junho de 2009
Estrela da Amadora - Imoralidade

O paradigma da imoralidade.

O Estrela da Amadora, clube que durante uma época foi um constante faltoso, não pagando a jogadores e todo o departamento do futebol, tal como, a todos os funcionários, no último dia inscreve-se para disputar a liga, não como Estrela da Amadora clube, mas como uma SAD.

Comenta-se que, enquanto o clube não for executado, a SAD não será solidária pelas dividas, e quando for, só será até à concordância do valor que o clube esteja referenciado como sócio do capital.

Imoralidade no nosso futebol.



publicado por blogoval às 21:26
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«O Caderno de Saramago» - Formação (2)
Copiado e colado daqui...
Formação (2)

By José Saramago

Aonde pretendo chegar com este arrazoado? À universidade. E também à democracia. À universidade porque ela deverá ser tanto uma instituição dispensadora de conhecimentos como o lugar por excelência de formação do cidadão, da pessoa educada nos valores da solidariedade humana e do respeito pela paz, educada para a liberdade e para a crítica, para o debate responsável das ideias. Argumentar-se-á que uma parte importante dessa tarefa pertence à família como célula básica da sociedade, porém, como sabemos, a instituição familiar atravessa uma crise de identidade que a tornou impotente perante as transformações de todo o tipo que caracterizam a nossa época. A família, salvo excepções, tende a adormecer a consciência, ao passo que a universidade, sendo lugar de pluralidades e encontros, reúne todas as condições para suscitar uma aprendizagem prática e efectiva dos mais amplos valores democráticos, principiando pelo que me parece fundamental: o questionamento da própria democracia. Há que procurar o modo de reinventá-la, de arrancá-la ao imobilismo da rotina e da descrença, bem ajudadas, uma e outra, pelos poderes económico e político a quem convém manter a decorativa fachada do edifício democrático, mas que nos têm impedido de verificar se por trás dela algo subsiste ainda. Em minha opinião, o que resta é, quase sempre, usado muito mais para armar de eficácia as mentiras que para defender as verdades. O que chamamos democracia começa a assemelhar-se tristemente ao pano solene que cobre a urna onde já está apodrecendo o cadáver. Reinventemos, pois, a democracia antes que seja demasiado tarde. E que a universidade nos ajude. Quererá ela? Poderá ela?



publicado por blogoval às 21:23
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Eleições e o paradigma da «Carneirice»

 

Os politicos portugueses, os partidos e as instituições que gravitam à volta desta canalha, mais uma vez apresentaram o que melhor podem dar e apresentar a este país.

Refere-se à marcação de 2 eleições, que podendo ser no mesmo dia, foram marcadas com 15 dia de diferença.

As legislativas a 27 de Setembro e as autárquicas a 11 de Outubro.

Quer isto dizer que o eleitor ou não eleitor, leia-se o carneiro detentor da possibilidade de votar, vai ter de levar com a xaranga politica, desde o fim do mês de Agosto até ao fim do mês de Outubro, com 2 picos de incidência em finais de Setembro e a meados de Outubro.

Não basta o trabalho, ou melhor dizendo, o belo serviço que esta gentalha anda a fazer ao país, como ainda por cima temos de os gramar, esses e os seus sound bytes, megafones e visitas às feiras, durante tanto tempo.

Que o Sócrates, seja conivente com esta palhaçada não me espanta nada. Mas o Presidente da República, permitir esta desconsideração com o povo português, parece-me uma aberração de um circo de aldeia.

Este senhor Presidente, que o considero pouco meritório do cargo que ocupa, apresentou hoje um atestado de incapacidade ao povo português, não percebendo que uma nação tem a obrigação de poder ser confrontada com a simultaneidade de 2 eleições no mesmo dia para coisa diversa.

Este senhor Presidente, que não se vê puxar o país para a frente, que não comenta nada em praça pública para o povo, que faz discursos tão densos quanto inóquos... bem dito seja, mas assim não andamos para a frente.

 



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Michael Jackson - Morte de um icone

 

 



publicado por blogoval às 21:02
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Pensador de Rodin

 

Imagem imortalizada de um acto de pensar



publicado por blogoval às 22:11
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«O Caderno de Saramago» - Formação (1)
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Formação (1)

By José Saramago

Não ignoro que a principal incumbência assinada ao ensino em geral, e em especial ao universitário, é a formação. A universidade prepara o aluno para a vida, transmite-lhe os saberes adequados ao exercício cabal de uma profissão escolhida no conjunto de necessidades manifestada pela sociedade, escolha essa que se alguma vez foi guiada pelos imperativos da vocação, é com mais frequência resultante dos progressos científicos e tecnológicos, e também de interessadas demandas empresariais. Em qualquer caso, a universidade terá sempre motivos para pensar que cumpriu o seu papel ao entregar à sociedade jovens preparados para receberem e integrarem no seu acervo de conhecimentos as lições que ainda lhe faltam, isto é, as da experiência, madre de todas as coisas humanas. Ora, se a universidade, como era seu dever, formou, e se a chamada formação contínua fará o resto, a pergunta é inevitável: “Onde está o problema?” O problema está em que me limitei a falar da formação necessária ao desempenho de uma profissão, deixando de lado outra formação, a do indivíduo, da pessoa, do cidadão, essa trindade terrestre, três em um corpo só. É tempo de tocar o delicado assunto. Qualquer acção formativa pressupõe, naturalmente, um objecto e um objectivo. O objecto é a pessoa a quem se pretende formar, o objectivo está na natureza e na finalidade da formação. Uma formação literária, por exemplo, não apresentará mais dúvidas que as que resultarem dos métodos de ensino e da maior ou menor capacidade de recepção do educando. A questão, porém, mudará radicalmente de figura sempre que se trate de formar pessoas, sempre que se pretenda incutir no que designei por “objecto”, não apenas as matérias disciplinares que constituem o curso, mas um complexo de valores éticos e relacionais teóricos e práticos indispensáveis à actividade profissional. No entanto, formar pessoas não é, por si só, um aval tranquilizador. Uma educação que propugnasse ideias de superioridade racial ou biológica estaria a perverter a própria noção de valor, pondo o negativo no lugar do positivo, substituindo os ideais solidários do respeito humano pela intolerância e pela xenofobia. Não faltam exemplos na história antiga e recente da humanidade. Continuaremos.



publicado por blogoval às 22:03
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Pedra Filosofal de António Gedeão

 

 



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Jorge Jesus O Cruyff da Reboleira - Entevista A Bola
Jorge Jesus
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 



publicado por blogoval às 21:47
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30% é um dos numeros, o outro são 150.000.000 €

Depois, fica a saber quem anda a exigir os favores.

Ou quem anda a pagar favores.

Deste saco, pouco claro, está a PRISA com ligações ao governo espanhol.

Este tem ligações ao governo português.

Este tem um problema de «linha editorial» com a redacção e jornalistas da TVI.

Esta deverá ter um problema financeiro.

A PT pode servir de testa de ferro de alguém.

 



publicado por blogoval às 21:43
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
«O Caderno de Saramago» - Sabato
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Sabato

By José Saramago

Quase cem anos, noventa e oito exactos, são os que hoje está cumprindo Ernesto Sabato, cujo nome escutei pela primeira vez no velho Café Chiado, em Lisboa, aí pelos remotos anos 50. Pronunciou-o um amigo que inclinava os seus gostos literários para as então mal conhecidas literaturas sul-americanas, ao passo que nós, os outros membros da tertúlia que ali nos reunia ao fim da tarde, pendíamos, quase todos, para a doce e então ainda imortal França, salvo algum excêntrico que se gabava de conhecer de cor e salteado o que nos Estados Unidos se escrevia. A esse amigo, que acabei por perder no caminho, devo a incipiente curiosidade que me levou a nomes como Julio Cortázar, Borges, Bioy Casares, Astúrias, Rómulo Gallegos, Carlos Fuentes, e tantos outros que se me atropelam na memória quando os convoco. E havia Sabato. Por um qualquer fenómeno acústico associei as três rápidas sílabas a um súbito golpe de punhal. Conhecido como é o significado desta palavra italiana, a associação haverá de parecer o que há de mais incongruente, mas as verdades são para se dizerem, e esta é uma delas. El túnel tinha sido publicado em 1948, mas eu não o havia lido. Nessa altura, com os meus inocentes 26 anos, ainda seria muito o pão e o sal que teria de comer antes de descobrir o caminho marítimo que haveria de conduzir-me a Buenos Aires… Foi aquele meu inesquecível companheiro de mesa de café quem me proporcionou a leitura do romance. Logo às primeiras páginas percebi até que ponto havia saído exacta a ousada associação de ideias que me havia levado de um apelido a um punhal. As leituras seguintes que fiz de Sabato, quer dos romances, quer dos ensaios, só viriam confirmar aquela minha intuição inicial, a de que me encontrava perante um autor trágico e eminentemente lúcido que, além de ser capaz de abrir caminho pelos corredores labirínticos do espírito dos leitores, não lhes consentia, nem por um só instante, que desviassem os olhos dos mais obscuros recantos do ser. Leitura por isso difícil? Talvez, mas leitura fascinante entre todas. A amálgama de surrealismo, existencialismo e psicanálise que constitui o suporte “doutrinário” das ficções do autor de Sobre héroes y tumbas, não nos deveria fazer esquecer que este auto-proclamado “inimigo” da razão que se chama Ernesto Sabato é à falível e humilde razão humana que acabará por apelar quando os seus próprios olhos se enfrentarem a esse outro apocalipse que foi a sangrenta repressão sofrida pelo povo argentino. Romances que se reportam a épocas historicamente determinadas e a lugares objectivamente definidos, El túnel, Sobre héroes y tumbas, Abbadón el exterminador não fazem ouvir somente o grito de uma consciência afligida pela sua própria impotência e a visão profética de uma sibila a quem o futuro aterra, também nos avisam de que, tal como Goya (mais conhecido como pintor que como filósofo…) já havia deixado constância na famosa gravura dos Caprichos: foi sempre do sono da razão que nasceu, cresceu e prosperou a inumana genealogia dos monstros.

Querido Ernesto, é entre o temor e o tremor que decorrem as nossas vidas, e a tua não podia ser excepção. Mas talvez não se encontre nos dias de hoje uma situação tão dramática como a tua, a de alguém que, sendo tão humano, se nega a absolver a sua própria espécie, alguém que a si próprio não perdoará nunca a sua condição de homem. Nem todos te agradecerão a violência. Eu peço-te que não a desarmes. Cem anos, quase. Estou certo de que ao século que acabou se virá a chamar também o século de Sabato, como o de Kafka ou o de Proust.



publicado por blogoval às 19:09
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«O Caderno de Saramago» - Sastre
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Sastre

By José Saramago

Conheci o dramaturgo Alfonso Sastre há mais de trinta anos. Foi o nosso único encontro. Nunca lhe escrevi, nunca recebi uma carta sua. Fiquei com a impressão de um carácter áspero, duro, nada complacente, que não facilitou o diálogo, ainda que não o tivesse dificultado. Não voltei a saber dele, salvo por ocasionais e pouco expressivas notícias de imprensa, sempre relacionadas com a sua militância política nas fileiras abertzales. Nas últimas semanas, o nome de Alfonso Sastre voltou a aparecer como candidato cabeça-de-lista às eleições europeias, integrado numa Iniciativa Internacionalista de recente formação. A agrupação não obteve representação no parlamento de Estrasburgo.

Há poucos dias a ETA assassinou o polícia Eduardo Puelles pelo quase sempre infalível processo da bomba-lapa colocada na parte inferior dos carros. A morte foi horrível, o incêndio carbonizou o corpo do infeliz, a quem não houve maneira de acudir. Este crime suscitou em toda a Espanha um movimento geral de indignação. Geral, não. Alfonso Sastre acaba de publicar no jornal basco Gara um artigo ameaçador em que fala de “tempos de muita dor em lugar de paz”, ao mesmo tempo que justifica os atentados como parte de um “conflito político”, acrescentando que mais atentados haverá se não for aberta uma negociação política com a ETA. Quase não acredito no que leio. Não foi Sastre quem fixou a bomba no carro de Eduardo Puelles, mas o que eu não esperava era vê-lo como valedor de assassinos.



publicado por blogoval às 19:08
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«O Caderno de Saramago» - Regresso
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Regresso

By José Saramago

O elefante gostou do que viu e fê-lo saber à companhia, embora em nenhum ponto o itinerário que escolhemos tivesse coincidido com aquele que a sua memória de elefante zelosamente guardava. Que haviam, disse, ele e os soldados de cavalaria, subido para o norte quase a pisar a linha da fronteira, por isso eram os caminhos tão ruins. Comparada com a viagem de então, esta foi um passeio: boas estradas, bons alojamentos, bons restaurantes, o próprio arquiduque, ainda que habituado aos luxos da Europa central, teria ficado surpreendido. A expedição foi para trabalhar, mas disfrutou como se andasse de férias. Até os sofridos câmaras, obrigados a carregar com equipamentos de sete quilos ao ombro, estavam encantados. O interessante é que nem os nossos amigos, nem os jornalistas conheciam os lugares que visitámos. Melhor para eles, que dali levaram muito que contar e recordar. Começámos por Constância, onde se crê que Camões viveu e teve casa, de cujas janelas terá visto mil vezes o abraço do Zêzere e do Tejo, aquele suave remanso da água na água capaz de inspirar os versos mais belos. Dali fomos para Castelo Novo para ver a Casa da Câmara, do tempo de D. Dinis, e o chafariz joanino que lhe está pacificamente encostado. Vimos também a lagariça, essa espécie de dorna ao ar livre para a pisa das uvas, cavada na rocha bruta em tempos que se acredita serem os da pré-história. Dormimos no Fundão, terra de cerejas por excelência, e na manhã seguinte ala para Belmonte onde nasceu Pedro Álvares Cabral, direitos à igreja de S. Tiago, da minha particular devoção. Ali está uma das mais comovedoras esculturas românicas que existem na face da terra, uma pietà de granito toscamente pintado, com um Cristo exangue deitado sobre os joelhos da sua mãe. Ao pé desta estátua, a célebre pietà de Miguel Ângelo que se encontra no Vaticano não passa de um suspiro maneirista. Não foi fácil arrancar o pessoal à extática contemplação em que havia caído, mas lá os conseguimos levar aliciando-os com o enigma arquitectónico de Centum Cellas, essa construção inacabada cuja problemática finalidade foi e continua e ser objecto das mais acaloradas discussões. Seria uma torre de vigia? Uma hospedaria para viajantes de passagem? Uma prisão, embora o neguem as rasgadas janelas que subsistem? Não se sabe. Saciada a fome de imagens, o destino seguinte seria Sortelha, a das muralhas ciclópicas. Ali nos caiu em cima uma trovoada como poucas, relâmpagos em rajada, trovões a condizer, chuva a cântaros e granizo que era como metralha. Não chegámos a beber o café, a corrente eléctrica sumira-se. Uma hora foi o que demorou o céu a escampar. Ainda chovia quando entrámos no autocarro, a caminho de Cidadelhe, sobre o qual não escreverei. Remeto o leitor interessado e de boa vontade para as quatro ou cinco páginas que lhe dediquei na Viagem a Portugal. Os companheiros arregalaram os olhos perante o pálio de 1707, depois foram ver aldeia, os relevos nas portas das casas, os caixotões da igreja matriz com retratos de santos. Vinham transfigurados e felizes. Agora só faltava Castelo Rodrigo. O presidente da câmara municipal de Figueira de Castelo Rodrigo esperava-nos na ponte sobre o Côa, a pouca distância de Cidadelhe. De Castelo Rodrigo eu conservava a imagem de há trinta anos, quando lá fui pela primeira vez, uma vila velha decadente, em que as ruínas já eram só uma ruína de ruínas, como se tudo aquilo estivesse a desfazer-se em pó. Hoje vivem 140 pessoas em Castelo Rodrigo, as ruas estão limpas e transitáveis, foram recuperadas as fachadas e os interiores, e, sobretudo, desapareceu a tristeza de um fim que parecia anunciado. Há que contar com as aldeias históricas, elas estão vivas. Eis a lição desta viagem.

http://aviagemdoelefante.wordpress.com/



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Domingo, 21 de Junho de 2009
Bailarino Marcelino Sambé

O miudo português que estudo por terras dos czares, no teatro Bolchoi, foi o vencedor do «XI Concurso Internacional de Artistas de Bailado e de Coreógrafos de Moscovo, numa luta renhida entre 40 candidatos ao prémio na categoria júnior.» (via Expresso)



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Solstício de Verão

... chegou oficialmente o Verão... para quem ainda não se tinha apercebido...

 

 



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