A Incerteza do movimento de uma bola Oval "¿Qué clase de mundo es éste que puede mandar máquinas a Marte y no hace nada para detener el asesinato de un ser humano?" José Saramago

Quinta-feira, 15 de Julho de 2010
Luis Freitas Lobo - «Planeta do Futebol»

Link para:

Planeta do Futebol de Luis Freitas Lobo

 

As palavras que te direi

 

Ideologia, cultura, construção, estilo. Um título mundial com ADN. Uma lição de futebol!

 

Desde 82 que um Mundial não reunia tanto bom futebol e, no fim, era tão justo com a melhor equipa que, no fundo, é muito mais do que uma equipa. É a personificação em campo de uma IDEOLOGIA de jogo, de uma CULTURA de construção futebolística. A Espanha é campeã do mundo (e da Europa) porque nunca se desviou nesse processo de (re)CONSTRUÇÃO de todo o seu edifício futebolístico desde as bases (selecções jovens, clubes, treinadores, selecção principal). Tudo respeitando um ESTILO. Uma vitória (e seu trajecto até chegar lá) que são uma LIÇÃO para todas as nações que queiram «pensar» o seu futebol. Repararam nas palavras em maiúsculas? Ideologia, cultura, construção, estilo, lição.
Quando Iniesta tirou a camisola na festa do golo, com um país todo aos pulos, mostrou uma mensagem para um colega tragicamente desaparecido, Jarque, que, em 2002, tinha só 18 anos, estava com ele na selecção Sub-19, que então ganhara esse Europeu, treinados por Iñaki Saez, fiel escudeiro dos fundadores do futebol-base espanhol desde início dos 90, junto com Jesus Pereda e, o pai de todos, Santiesteban. Este TÍTULO que, noutro ponto, bebeu da escola catalã de Cruyff, tem a impressão digital destes homens. Em tudo, o mais importante está nas raízes. Pegaram naquelas palavras maiúsculas e deram-lhe o ADN genético que as faz viver. 
Morfologicamente fiel ao seu traço, disse, também o que é a força atlética no bom futebol. Algo que não se mede pelo peso ou pela altura. Mede-se por correr melhor, não por correr mais. Pela intensidade de jogo, pela velocidade e cruzamento com a técnica resistente. Foi, pois, o triunfo dos monstros físicos baixinhos com 1,70m, “Xavi e Iniesta S.A”. 
Após esta viagem é difícil falar das chaves tácticas que ditaram o sucesso na Final. Mas elas existiram, claro. Mais do que desenhos com setas, basta citar um nome: Fabregas. Entrou a meio da segunda parte e com a essência do passe, passou a ser o elemento estranho que confundiu as marcações holandesas então quase impecáveis. E perceber uma coisa: quando entrou Fabregas não entrou só mais um jogador. Entrou um dos maiores profetas de toda aquela IDEOLOGIA e ESTILO de futebol!
 
Um lance,uma vida  
 
Quando, já a meio da segunda parte, Robben fugiu a toda a Espanha e se isolou em frente a Casillas, ficou, num ápice, perante a oportunidade para mudar a história, um remate que, sozinho, teria a força, podia repor justiça na lenda do idolatrado futebol holandês que joga bem mas não ganha. E a bola partiu. Robben, sempre em corrida, escolheu bem o lado, viu Casillas a tombar para o outro, e o golo parecia ser um destino inevitável, quando o guarda-redes espanhol (com meias brancas a fazer recordar Arconada) esticou a perna e tocou na bola, quase subtilmente, mas o suficiente para a desviar alguns centímetros da baliza. 
Acredito que, pela vida fora, este lance irá tornar-se como uma metralhadora na cabeça e na memória de Robben. Nada a fazer. A Holanda perdeu a sua terceira final de Mundial. Todas diferentes, porém. Nesta, a equipa terá abusado, em termos de meio-campo, do «jogo de pares» (quase marcações individuais) que tentou fazer colocando De Jong e Van Bommel a cair quase sempre em cima de Xavi e Iniesta. Durante a maior parte do tempo, isso tirou auto-determinação de transição ofensiva à equipa. Quando se libertou um pouco disso, foi quando (com um passe divino de Sjneider) Robben se isolou perante o destino. Falhou.

 



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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Luis Freitas Lobo - «Espanha - Portugal, trocado por miudos»

Copiado e Colado daqui...

 

(análise do jogo Espanha - Portugal, por Luis Freitas Lobo)

 

O sonho não comanda a vida

A selecção numa “teia de aranha”. A táctica falhada e os egos que superam a equipa. Ao quarto jogo, o choque com a realidade. Ponto final. 
Nas palavras mais poéticas, a importância do sonho é quase a bússola do longo caminho. Na vida, porém, o seu comando tem contornos mais frios. Menos poéticos. Quem a comanda não é o sonho, é a…realidade! E, o futebol, também faz parte da vida. Por mais que se sonhe antes (de forma legítima) quem comanda (e decide) depois o seu destino é a realidade. E, neste caso, a realidade falou, como sempre, de forma clara: a selecção de Portugal bateu, naturalmente, no muro dos oitavos de final contra uma selecção espanhola muito mais forte, a todos os níveis. 
No final, a ideia que fica é que Portugal fez um Mundial…normal. Há razões para sentir-mos desiludidos. Não há razões para nos sentirmos frustrados. Podíamos ter jogado mais frente à Espanha? Sem dúvida, muito mais. Podíamos sobretudo ter…perdido de forma diferente. Ou seja, tentando ganhar. Após o jogo, foi essa sensação de impotência de levar o sonho para o campo da realidade que mais perturbo ao ver que todo o jogo que apenas logo aos quatro minutos já tinha duas grandes defesas de Eduardo para os registos. Imponente, o guarda-redes português foi a figura de uma selecção que viveu presa às suas limitações (tácticas e humanas). Ambas caminham lado a lado, sobretudo num estágio longo onde desde cedo se percebeu que a teia de relações entre corpo técnico (seleccionador no primeiro lugar) e alguns grupos de jogadores, não era, longe disso, a ideal. Ao ponto de o jogador que, antes do mundial todos dizíamos que era insubstituível e o mais importante no nosso jogo, ter acabado o Mundial, antes do jogo mais decisivo, sem sequer contar para o onze. Deco, claro. Não e normal. Não acredito, neste caso, em critério meramente técnicos, independentemente da solução Tiago-Meireles ter sido a ideal para fazer o colectivo crescer. 
Em muitos momentos (desde o caso Nani, as declarações de Deco, os desabafos de Ronaldo e Hugo Almeida) falhou, sobretudo, uma estratégia de comunicação para fora. Por dentro, é outra questão e cruza questões de liderança mais amplas. São essas que, nesta fase, mais podem turvar o futuro de Queiroz na selecção, um autêntico “ninho de egos” em que muitos jogadores se acham acima da equipa. Mesmo nesse contexto, levo a frase de Ronaldo “perguntem ao Queiroz” como um desabafo sem pensar de quem é antes de tudo uma personagem festiva que coexiste num corpo de um jogador de futebol. Não uma acção pensada.
No jogo em si, erros de conceito que nos limitaram a sua abordagem. Contra um meio-campo espanhol de baixinhos (1,70m. de Xavi, Iniesta, Villa) Queiroz resolveu combate-los com um gigante, tentando ganhar na altura (Pepe, 1, 80.) Não faz sentido. O jogo não pedia dimensão física. Pedia dimensão técnica. Segurar a bola, serenar jogo, olhar e passar com qualidade. Ou seja, naquela posição específica à frente da defesa, pedia um pivot construtivo como Pedro Mendes em vez de um trinco destrutivo como Pepe. Com esta alteração, o plano de saída de bola português ficou logo condicionado (Tiago e Meireles desapareceram ofensivamente do jogo) e a Espanha passou a ter o que mais queria para jogar bem: a posse de bola e Portugal encostado à sua área. 
E, assim, o jogo viveu 90 minutos, num relvado friamente real. Na táctica e nas emoções. Até acabar respeitando a sua lógica mais básica. Ganhou o melhor. Na teoria e, depois, na…prática. Estes não são tempos fáceis para sonhar. Sobretudo quando os sonhos têm pés de barro tão frágeis.
  
A estrutura e a conjuntura
O jogo, 90 minutos, uma substituição que não corre bem. Isto é, uma situação conjuntural. Um projecto, vários anos, uma filosofia de construção para o edifício global do futebol português. Isto é, uma situação estrutural. É este ponto que, neste momento, importa reter ao avaliar Queiroz. A diferença entre o que é conjuntural (erros e acertos) e o que é estrutural (ideias e valores). Analisar o seleccionador nacional (o seu futuro) nunca poderá ser, numa perspectiva global, ditado por uma mera visão conjuntural. Seja ele qual for. Por isso, pode parecer estranho à primeira vista alguém criticar as opções técnicas de Queiroz e, ao mesmo tempo, defender que ele deve continuar a ser o seleccionador nacional nas próximos dois anos (atempo que resta de duração do contracto). Falo aqui numa perspectiva de continuidade de uma política de continuidade de renovação de todo o nosso futebol, desde as bases da formação, passando por todas as suas selecções jovens até à principal, na qual urge criar novas referências de jogadores de qualidade capazes de manter a nível alto o nossa qualidade de jogo. Tudo isto é estrutural e, para isso, Queiroz tem um plano (mais ninguém o fez até agora) na federação com esse pensamento global do futuro do futebol português.
Não consigo entender como essa ideia tão abrangente (estrutural) pode ser condicionada por uma decisão de uma substituição mal feita (conjuntural). Dirão que tudo aquilo é mais trabalho para um director-técnico do que para um treinador de campo. Até pode ser. Mas essa é outra discussão.
 
O “plano de jogo” e o “jogo real”
Queiroz é um treinador que dá muita importância ao estudo do adversário antes do jogo. Com essa base, monta a estratégia para o combater e ganhar. Monta o chamado “plano de jogo”. Tudo normal até aqui. Só que depois, vem o jogo real. Na relva, jogadores a correr, bola a saltar. E, muitas vezes, os dois factores (o jogo imaginado no plano e o real desenvolvido na relva) não são bem a mesma coisa. Nessa altura é decisivo que o treinador nunca deixe que o plano de jogo previamente pensado seja ultrapassado pelo jogo real. Isto é, tem de ter agilidade táctica no banco para ver (e decidir) que é necessário…outro plano. Penso, por isso, que a frase técnica mais infeliz de Queiroz surge quando, no final, disse que “a estratégia passava por cansar os espanhóis e depois lançar um jogador mais rápido e criativo”. Explicou assim a tão criticada substituição de Hugo Almeida por Danny. No plano de jogo prévio, a ideia até podia fazer sentido, no jogo real que se estava a disputar naquele momento (então tacticamente estabilizado e com Portugal ma crescer em posse ofensiva) era imperioso perceber que o plano de jogo prévio já não tinha aplicação. Queiroz, porém, manteve-o e, com isso, fugiu do…jogo real. E perdeu, naturalmente.
Com a Espanha, a partir dai, a controlar a bola, espaços, remate. O jogo, enfim. Ainda faltava muito para jogar, mas poucos de nós (tirando o campo da emoção) acreditavam ser possível dar a volta. Não era, Nessa altura já andávamos em campo com o plano (mapa) de jogo, que já começara pela troca de Pedro Mendes por Pepe (em vez de jogar, pressionar) totalmente equivocado.

 



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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Luis Freitas Lobo «Época 2009/10: relatório final»

Copiado e colado daqui...

 

Época 2009/10: relatório final

 

Terminada a época 2009/10, ficaram muitas imagens tácticas para analisar. O termo «transições rápidas» continua a ser o mais utilizado para elogiar a forma de atacar de uma equipa. Na maioria das vezes, porém, é uma análise que confunde momentos de jogo diferentes (transição ofensiva e organização…ofensiva). Até porque, na prática, poucas equipas do campeonato fazem (ou conseguem fazer) transições rápidas. O próprio Benfica é uma equipa muito rápida a atacar, em organização, mas que aquando de tirar a bola da zona de pressão, faz mais um início de transição em segurança. Isto é, não aumenta de imediato a velocidade do jogo, prefere mesmo um breve baixar do ritmo para o primeiro passe, quase sempre curto, sair preciso, em apoio, dando, ao mesmo tempo, curtos instantes para os médios de segunda linha e avançados se reposicionarem e soltarem a organização ofensiva (essa sim já muito rápida). É um ténue momento de fronteira entre dois…momentos que, no fundo, separa a transição rápida do contra-ataque (uma forma de expressão da organização ofensiva).
Recorde-se como o Benfica quando tinha dificuldades perante equipas mais fechadas (bloco-baixo) em vez de insistir buscar espaços de penetração em «campo pequeno», tinha antes a tendência de (estrategicamente) recuar as suas linhas (meio-campo e ataque) para com isso aliciar o adversário a subir as suas. Desta forma, chamava-o para uma armadilha, pois recuperada a bola nessa altura, fazia a tal transição em segurança e logo depois lançava uma organização ofensiva rápida (contra-ataque) com um espaço que antes não tinha. É por isso que por vezes se ouvia a estranheza do treinador adversário por num jogo daqueles ter sofrido um golo em…contra-ataque (veja-se golos à Naval, Olhanense ou Nacional) quando todo o jogo (preparação e desenrolar) impediria, por princípio, qualquer hipótese dele surgir assim. Tinham, pura e simplesmente, caído na armadilha montada.
 
No sistema, as principais equipas variaram de design preferencial. Benfica (4x1x3x2), Braga (4x2x3x1), FC Porto (4x3x3). As estruturas não têm, no entanto, vida própria. E, por isso, mesmo mantendo-se, podem mudar de expressão em campo. O FC Porto, por exemplo, manteve a capacidade de fazer transições rápidas, mas perdeu a qualidade posicional (com mobilidade) que tinha em organização ofensiva nos últimos 30 metros. O Braga jogava num bloco médio-baixo, saía a jogar por um dos laterais ou pelo pivot, mas quando perdeu esses elementos-chave (João Pereira-Vandinho) teve de mudar esse princípio de jogo de transição, mantendo os da organização ofensiva.
O maior segredo táctico deste campeonato residiu, porém, na capacidade de tirar a bola da zona de pressão e, depois, fazer um desdobramento (não transição) rápido (e, ao mesmo tempo, apoiado) para o momento ofensivo que, então sim, incorpora essa maior velocidade. O Benfica conseguiu-o de forma tão perfeita que, nessa dinâmica táctica, parecia fazer transições rápidas. Foi a maior (e melhor) ilusão da época.
 
 
1. Organização defensiva 
No global, as equipas revelaram-se fortes nos encurtamentos (reduzir espaços ao adversário) mas muitas parecem recear que a opção pelo bloco-baixo implique assumir uma filosofia de jogo mais defensiva. É uma preocupação estética saudável, mas, por vezes, tacticamente pouco inteligente face aos jogadores (capacidades táctico-técnicas) ao dispor. Ou seja, há equipas que ao subir o seu bloco, em vez de potenciar qualidades, expõem debilidades. Aumentam o seu «espaço defensivo» de jogo, sobretudo nas costas da defesa. Isso obriga a maior qualidade técnica de posse de bola do sua linha defensiva para a poder circular. É um problema e nem é só nas ditas equipas pequenas. O Sporting, com a sua linha defensiva, por exemplo, sentia mais as suas debilidades à medida que subia o bloco. É o maior contra-senso que uma equipa grande pode apresentar: a defesa parecer melhor em bloco-baixo.
No sistema, os treinadores mantém a evolução da marcação individual para a zonal, mas que ainda confunde o comportamento de muitas equipas (jogadores) sobretudo em bolas paradas.
 
2. Transições  
Principal impressão que fica da maioria das equipas: Adaptam-se muito bem à realidade do jogo (isto é, preparam muito bem o «seu jogo»), mas depois revelam dificuldade em se adaptar às suas mudanças (isto é, falham na reacção às «circunstâncias do jogo»). Não é fácil, claro, uma equipa variar de sistema durante um jogo, pelo que muitas vezes o problema coloca-se sobretudo no plano da falta de qualidade de passe como principal ameaça a essa estabilidade táctica.
Evitar fazer passes de primeira instância (para o colega mais próximo) em bloco-baixo é uma regra (face à fraca qualidade de passe dominante) para evitar a situação de maior risco em que se pode cair: perder a bola no início da transição, ainda perto da área, sendo apanhada posicionalmente desequilibrada defensivamente. Esta interpretação conjunta do jogo espelha-se, sobretudo, nas transições. Ou melhor, na velocidade (e eficácia) em que elas se fazem de forma a encurtar os momentos de desequilíbrio que a passagem da organização ofensiva para a defensiva (e vice-versa) implica.
 
 
3. Organização ofensiva  
Outras equipas preferem, por exemplo, a transição rápida e depois uma organização ofensiva mais apoiada em construção. O Guimarães de Paulo Sérgio foi, quase sempre, um exemplo. A opção pelo bloco médio ou médio-baixo nasce, muitas vezes, da ideia de que para se pressionar alto é necessário subir obrigatoriamente o bloco. Não é assim. Porque a pressão alta não é a missão principal dos defesas, mas sim dos médios e sectores mais subidos. O segredo é aguentar a distância entre-linhas. A Académica (jogo posicional perfeito) sofreu com isso em alguns lances. Era o problema do espaço que aparecia nas costas da defesa durante o jogo ao subir o bloco.
No geral das outras equipas trata-se, porém, de face à dificuldade em ter a bola, não saber precaver melhor a sua perda, programando-a para que ela suceda o mais longe possível da sua área. Marítimo e Olhanense terão sido, em pólos diferentes, das equipas mais desequilibradas: fortes na organização ofensiva (com largura e profundidade) mas, uma vez perdida a bola, defensivamente quase sempre incompletas.


publicado por blogoval às 21:27
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