A Incerteza do movimento de uma bola Oval "¿Qué clase de mundo es éste que puede mandar máquinas a Marte y no hace nada para detener el asesinato de un ser humano?" José Saramago
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
«O Caderno de Saramago» - A guerra que não chegou a ser

Copiado e colado daqui

 

A guerra que não chegou a ser

E esta? Em Março de 1975, e mais acentuadamente no mês seguinte, chegaram-nos rumores a Portugal do desagrado do governo espanhol, então presidido por Carlos Arias Navarro, quanto aos caminhos, perigosos em seu entender, que a revolução portuguesa estava tomando. A derrota do golpe militar direitista de 11 de Março, de que o general Spínola havia sido inspirador e chefe, teve como imediata consequência o revigoramento das forças políticas de esquerda, incluindo as organizações sindicais. Ao que parece, Arias Navarro entrou em pânico, a tal ponto que, num encontro com o vice-secretário de Estado norte-americano Robert Ingersoll, manifestou a ideia de que Portugal era uma séria ameaça para Espanha, não só pelo desenvolvimento que a situação ali estava tomando, mas também pelo apoio exterior que poderia obter e que seria hostil a Espanha. O passo seguinte, segundo Arias Navarro, poderia ser a guerra. Da informação que, acto contínuo, Ingersoll transmitiu ao secretário de Estado Henry Kissinger, consta o seguinte: “Espanha estaria disposta a lançar sozinha o combate anti-comunista se é necessário. É um país forte e próspero. Não quer pedir ajuda, mas confia em que terá a cooperação e a compreensão dos seus amigos, não só no interesse de Espanha, mas também de todos aqueles que pensam da mesma maneira”. Numa outra conversação em 9 de Abril com Wells Stabler, embaixador dos Estados Unidos, Arias Navarro disse que “o Exército espanhol conhece os perigos do comunismo pela experiência da Guerra Civil e está totalmente unido”.

E esta? Nós, aqui, preocupados em pôr de pé, contra os mil ventos e marés de dentro e os que estavam a ser preparados de fora, um futuro mais digno para Portugal, e os nossos vizinhos, nuestros hermanos, a tramarem com os Estados Unidos uma guerra que provavelmente nos deixaria destruídos e, não duvidemos, mal-ferida a própria Espanha. Depois das conversações que Franco manteve no passado com a Alemanha de Hitler com vista à partilha, pataca a mim, pataca a ti, das colónias portuguesas, pairava agora sobre as nossas cabeças a ameaça explícita de uma invasão à qual talvez só tenha faltado o sim do Estados Unidos.
Terei de dizer que não foi para isto que escrevi A jangada de pedra?



publicado por blogoval às 22:15
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«O Caderno de Saramago» - Mentira, verdade

Copiado e colado daqui

 

Mentira, verdade

Na véspera da eleição presidencial nos Estados Unidos, não parece que esta breve observação venha a despropósito. Há tempos, um político português, então com responsabilidades de governo, declarou para quem o quis ouvir que a política é, em primeiro lugar, a arte de não dizer a verdade. O pior foi que depois de tê-lo dito não apareceu, que eu saiba, um só político, desde a esquerda até à direita, que o corrigisse, que não senhor, que a verdade terá de ser o objectivo único e último da política. Pela simples razão que apenas desta maneira poderão salvar-se ambas: a verdade pela política, a política pela verdade.



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Mundial de F1 (atrasado)

... um comentário para a posteridade... uma prova mitica, incerta até à ultíma curva, com 10 minutos finais arrepiantes...

Honra a Massa e à Ferrari.

A sorte e a glória assombrou o Hamilton.

Fica a dúvida no ar. Com outro carro será que é assim tão bom condutor.



publicado por blogoval às 21:50
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Bandeira Nazi no Parlamento da Madeira

2 Ideias base.

A pró e a contra.

Contra o uso de bandeiras, quer como propaganda ou com outro qualquer significado.

 

Pró no sentido que todo o mundo sabe que a Madeira não será um sinónomo de grande democracia.

Lá tudo se permite, de perseguições, de ameaças fisicas, coações psicológicas, de trapalhada em trapalhada.

 

Outra ideia, não deverá ser constitucional, o parlamento retirar a imunidade parlamentar do deputado faltoso. Essa imunidade serve mesmo para que os deputados possam de forma ligeira fugir à justiça.

Por outro lado, também não ser impedido de voltar ao lugar para que foi eleito.

Penso que só um tribunal poderá dizer se sim ou não a qualquer coisa e não os «ilustrissímos» deputados.

 



publicado por blogoval às 21:44
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OBAMA - YES WE CAN

Obama

 

Fez um discurso épico, depois de uma batalha eleitoral no seu colégio Democrata, culminando com umas eleições, onde a diferença de votos foram de quase 5.000.000.

Traz desde há muito tempo, uma auréula messiânica.

Olham para ele como um homem que encarno o espirito mitico dos grandes heróis «da marvel».

Talvez ao lado dele estarão alguma figuras miticas dos quadradinhos e das tiras.

Mas o certo é que o mundo, e os acontecimentos provaram isso, tinha caído ao chão.

 

Agora falta saber o que valerá o homem. A sua equipa. A sua coragem.

Será que não está refém de interesses envoltos em nevoeiros estranhos.

Pois não sei como será o dia 21 de Janeiro de 2009. Um dia após a tomar posse e jurar sobre a bandeira, com aqueles dizeres habituais nestas circunstâncias.

 

Mas foi empolgante e com um caracter histórico.

Muitos outros tiveram a coragem de ficar imortalizados. Este já ficou na história.

Não por ser quase negro. Muito longe de ser preto.

Fica na história porque consegue, contra o aparelho do seu partido democrata, com a força das ruas, chegar a onde chegou.

 

Agora há trabalho de casa a fazer.

A equipa.

As prioridades.

As guerras que terá de comprar.

Umas contra a banca, outras contra os interesses instalados.

Tem de restabelecer politicas centradas para dentro do próprio país.

Ir buscar dinheiro aos fundos desperdiçados em guerras e invasões.

Não pode ceder.

Este será o tipo de presidente que subiu tão alto, que quanto mais alto sobe, mais pode facilmente cair, e ser apontado como ...... «já se estava a espera»....


Em suma.

Criar relações com os países de todo o mundo baseado numa nova era de Paz.

Ramificar os interesses de dignidade e de confiança.

Acabar com bloqueios a Cuba e matar a prisão de Guantanamo.

Limpar do poder e das instituições a corja de Bush e seus afilhados. Sem cair na tentação óbvia da caça às bruxas.

Disciplinar o uso do petróleo e das relações ambientais.

 

Agora vamos analisar o dia seguinte.



publicado por blogoval às 21:25
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Obama: O discurso de vitória
 
Tradução
Obama: O discurso de vitória 
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.

É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.

É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.

Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.

É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.

Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.

Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.

O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.

Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.

Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.

E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.

Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.

E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.

Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.

E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.

E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.

Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.



Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.

Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.

Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.

Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.

Esta vitória é vossa.

E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.

Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.

Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.

Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.

O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.

Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.

Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.

Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.

Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.

Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.

Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.

Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.

Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.

Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.

Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.

São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.

Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.

E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.

E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.

Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.

É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.

Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.

E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.

Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.

Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.

Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.

Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.

Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.

E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.

Sim, podemos.

América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?

Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.

Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.

Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

Tradução de Mª João Batalha Reis


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Sábado, 1 de Novembro de 2008
Eleições EUA (2)

A poucos dias das eleições, pelo menos da terça-feira, que poderá ser igual a estes dias ou um pouco mais esperançosa.

Não que Obama seja um Cristo ou Maomé na terra.
Mas as mudanças, trazem novos hábitos e perspectivas.

A diferença percentual nas sondagens, não dá uma distância considerável a Obama.

Pode bem acontecer, e ajudado pelo complexo sistema eleitoral, que o candidato mais votado não consiga eleger os «delegados» necessários, por forma a ser indigitado o próximo Presidente.

Outra facto, é que muito se tem dito que não só os americamos, mas todo o mundo devia de votar para estas eleições, tal o peso (embora perdido) que o país carrega.

Para o bem e para o mal, estas eleições são importantíssimas, tendo em conta a crise financeira que os EUA provocaram em todo o mundo.



publicado por blogoval às 18:24
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Morreu BADARÓ

Aqui a homenagem ao Homem e ao Actor.



publicado por blogoval às 18:19
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Dia de Finados

Finda a sua existência, enterrados, dá-se como matéria morta.

Em culturas diversas, os mortos revelam uma importante componente da sociedade. A forma como se lida com eles, é bem demonstrativa dos seus cultos e credos.

O dia de hoje, mostra uma intensa romaria de seres e flores aos cemitérios.

Para uns, um acto isolado em cada ano que passa. Para outros um momento igual a tantas rotinas de outros dias.

Para relembrar o espirito dos que foram, não se sabendo para onde, mas por certo não para além da sua cova, nada melhor que ter a inteligência para os recordar, sempre o que o nosso cerebro ou aperto da vida, nos faça lembrar.



publicado por blogoval às 18:09
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«O Caderno de Saramago» - A pergunta

Copiado e colado daqui

 

A pergunta

E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infância, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?

Almeida Garrett
(1799-1854)

 



publicado por blogoval às 10:11
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