A Incerteza do movimento de uma bola Oval "¿Qué clase de mundo es éste que puede mandar máquinas a Marte y no hace nada para detener el asesinato de un ser humano?" José Saramago
Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Caso «Casa Pia»....

Alguém se lembra da noite em que a jornalista Felicia Cabrita, do Expresso, apresentou-se na SIC e faz rebentar esta bomba.

Passados mais de 5 anos, foi marcada a leitura da sentença para 9 de Julho.

Neste entretanto, paira a sensação de que os «trutas» estão a salvo e que alguém vai pagar as favas, senão como se justifica os gastos que este processo envolveu.

Mas. As vitimas foram mesmo vitimas? Os agressores e predadores são mesmo culpados? As instituições estão mais protegidas? O estado está melhor preparado?

 


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As viagens de Inês...

Via IOL Diário: «O Conselho de Administração da Assembleia da República aprovou na quarta-feira com os votos favoráveis do PS e abstenção do CDS-PP o pagamento de ajudas de custo e uma viagem semanal para Paris à deputada socialista Inês de Medeiros. À reunião faltaram os representantes do PCP e do PEV.»

 

Inês Medeiros, vive em Paris e vem a Portugal visitar a familia e afins. Foi eleita deputada no parlamento nacional. Candidataram-na pelo PS, sabendo a morada do seu domicilio.

Eleita e vivendo em Paris, gerou-se a confusão sobre o pagamento das viagens da deputada.

Dizem que o país deve suportar os custos das deslocações dos deputados que vivem longe de Lisboa, nomedamente nas ilhas.

Esta situação gerou muita polémica e existem aqui várias questões que não estão devidamente previstas.

Nomeadamente, se um deputado vivendo em Lisboa se mudar para o estrangeiro deve manter o estatuto de deputado, não estando eleito pelo circulo da Europa ou fora da Europa?

Se uma pessoa candidata ao lugar de deputado, vivendo no estrangeiro, como é o caso da Inês Medeiros, e sendo eleita não deviriam estar à partida as regalias previstas?

Este é um assunto administrativa do parlamento, serve para memória futura.

Qualquer dia, temos um português vivendo no Japão, admite a sua candidatura a deputado e uma despesa mensal absurda. Não deverá esta situação ser clarificada.

Pelo certo, Inês de Medeiros, tem o problema resolvido, pode ir e voltar para cumprir com as suas competências de eleita do povo.

 



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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Juan Antonio Samaranch

 

Homenagem ao antigo homem forte do COI e dos Jogos Olimpicos

 


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Mark Twain na passagem dos 100 anos sobre a sua morte

 

 

Via TSF: «Mark Twain disse uma vez que as notícias sobre a sua morte eram “manifestamente exageradas”. No entanto, no dia 21 de Abril de 1910 não o foram, assinalando-se hoje o centenário da morte do escritor americano que criou Tom Sawyer e Huckleberry Finn.»



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Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Aluga-se Rotunda no Marquês para 7.000.000

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«O Caderno» de Saramago no The Times

"O Caderno" de Saramago nas páginas do The Times

19/04/10

Com o título "A infinita Internet de José Saramago", "O Caderno" foi recenseado no suplemento literário do jornal "The Times".

Aqui deixamos o texto publicado a 14 de Abril de 2010:

A infinita Internet de José Saramago

O infindável blogue do Prémio Nobel está cheio de entusiasmo, indignação e energia

Em Setembro de 2008, com 85 anos, José Saramago sentia-se agitado. “Tens aqui um trabalho”, disse a sua mulher. “Escreve um blogue”. E assim o Prémio Nobel de 1998 começou a gravar as suas reflexões numa base quase diária, alegremente liberto das restrições da ficção e deslumbrado pela “infinita página” da Internet: “aquele local onde me posso expressar de acordo com os meus desejos”. E tão perto este blogue se aproximou do coração de Saramago que uma crítica levou-o a quebrar um voto, “que até agora tinha respeitado – nunca responder a, ou sequer comentar, qualquer crítica à minha obra”. O crítico tinha apontado os “excessos de indignação” de Saramago. O blogueiro sentiu-se injustiçado: “Como pode alguém falar de excessos de indignação num país onde esta vem faltando?”

Saramago pode por vezes parecer-se com Lear na sua ofensa, mas abre este “Caderno” com uma “carta de amor” a Lisboa: “A minha Lisboa foi sempre a dos bairros pobres [...] a Lisboa da gente de pouco ter e de muito sentir, ainda rural nos costumes e na compreensão do mundo.” Esta visão romantizada é talvez pouco surpreendente dada a antipatia do autor pelo capitalismo e a sua convicção do “definitivo anquilosamento da ordem económica global”. Embora tal não seja mencionado, O Caderno abre no dia em que a Lehman Brothers solicitou a protecção contra a falência, e todo o blogue é permeado com um sentimento de raiva (e vingança) contra o falhanço dos mercados, a ganância dos banqueiros e a degeneração moral dos governos. Outros fantasmas incluem os agentes literários; os políticos israelitas; os jardins zoológicos; o G20, a Arábia Saudita; e a juventude de hoje. Saramago é membro do Partido Comunista Português desde 1969, e guarda alguma mágoa pelos defeitos dos seus aliados políticos: “A esquerda não tem uma puta ideia de como o mundo está a viver”, escreve antes de concluir que “Marx nunca teve tanta razão como tem hoje”. Infelizmente, falha em explicar exactamente em que medida, embora pare para pedir aos “economistas” e “moralistas” para quantificar quantos indivíduos é preciso condenar à desmoralização, à pobreza, ao trabalho desumano” para “produzir um rico”.

Saramago não é um estranho a um bem ordenado manifesto político. Em anos recentes foi por duas vezes candidato ao Parlamento Europeu. Aqui, no entanto, o seu julgamento é muitas vezes atraído pela retórica dos gemidos lunáticos. Uma coisa é escrever sobre Nicolas Sarkozy que “Nunca esperei muito deste senhor”; outra completamente diferente é acusar George W. Bush de ter “expulsado a verdade do mundo”. Saramago não pode acreditar que Silvio Berlusconi venha do mesmo país que Verdi. É fácil escarnecer de Saramago na sua ira, mas duas coisas devem ser ditas em sua defesa. Primeira, há algo estimulante na sua “recusa em aceitar” o mundo como se apresenta na desigualdade. Segunda, isto é um blogue, e não um manifesto, e como tal é pessoal, fragmentado e reactivo. Isto coloca, no entanto, uma questão mais abrangente sobre o fenómeno “o livro do blogue”, que arrisca a forçar uma coerência num corpo de escrita que não era suposto ser sintetizado desta forma.

Muito mais gratificantes são as suas meditações sobre literatura, linguagem, teologia. “Deus”, escreve, num eco dos Cadernos de Lanzarote (ainda inéditos em inglês), “é o silêncio do universo e o homem o grito que dá sentido a esse silêncio”. O acto de blogar inspirou certamente o lado aforístico de Saramago, e é particularmente memorável quando reflecte sobre os seus heróis literários. Aqui está uma sobre Fernando Pessoa: “Este Fernando Pessoa nunca chegou a ter verdadeiramente a certeza de quem era, mas por causa dessa dúvida é que nós vamos conseguindo saber um pouco mais quem somos.” Escreve um elegante tributo a Carlos Fuentes, que “tornou compatível a maior exigência crítica, o maior rigor ético, que são os seus, com uma gravata bem escolhida.” e introduz-nos ao brilhantismo de Javier Ortiz, que escreve o seu próprio obituário.

O entusiasmo de Saramago é irresistível e os seus elogios agudos. Louva Kafka “por ter demonstrado que o homem é uma barata”, Montaigne “porque não precisou de Freud para saber quem era” e Gogol “porque contemplou a humanidade e descobriu-a triste”. Os aspectos mais privados do blogue de Saramago são também muito tocantes, quer quando demonstra estar docemente apaixonado pela esposa quer quando reflecte sobre o dia em que quase morria por falência orgânica (“Soube mais tarde que o meu corpo seria colocado na biblioteca, rodeado por livros”). Foi restaurado, escreve, “pela medicina universal chamada trabalho”. Saramago não mostra qualquer sinal de querer desistir. Despede-se do seu blogue, um ano após a primeira entrada, com notícias de que está a escrever um novo romance. “Adeus”, escreve aos seus leitores. “Até outro dia? Sinceramente, não creio.” Um rápido olhar pelo blogue, caderno.josesaramago.org, revela outro voto quebrado. Desde esse texto final, houve pelo menos mais dez.

Toby Lichtig
The Times Literary Suplement



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Domingo, 18 de Abril de 2010
1998 - 2010 «in memorium»


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Sábado, 17 de Abril de 2010
Casos à volta de um simples vulcão....

Na Islândia, no cume da Europa, para lá dos tempos em que o sol se põe, explodem vulcões com a furia que lhes é ancestralmente caracteristica.

Debaixo da lava que expele, derrete o gelo glaciar... um nuvem de material vulcanico caminha a passos largos sobre a Europa.

Depois de todos os maleficios provocados, outro se descobriu, algo que se pensava improvável acontecer, mas decorre em toda a placa continental, os céus estão fechado ao trânsito aéreo. Os aviões não podem penetrar nestas nuvens, sob perigo de danificarem os seus componentes eléctricos e electrónicos, bem como paralisar em pleno voo os seus motores, desta forma, os contrutores aeronauticos de imediato deram instruções para não haver circulação.

As noticias no mundo espremem ao máximo todo o sumo que este caso pode transmitir. Algo voyeur está a acontecer. O caso deixa de ser noticia, mas passa a ganhar outra dimensão pelo simples facto dos constragimentos provocados nos aeroportos.

Olha-se ao céu, espera-se que as «aves» levantem voo.

Em terra, dentro e fora dos aeroportos, espera-se e se desespera pelo retomar da normalidade.

 

Via A Bola: «  O Presidente da República está a viajar de carro da Praga, na República Checa, até Lisboa. Cavaco Silva já chegou a Estrasburgo, França, local para a primeira escala da comitiva presidencial, que só chegará a Portugal no domingo.
O Chefe de Estado viaja acompanhado pela primeira-dama, os secretários de Estado Carlos Zorrinho e Pedro Lourtie, o chefe da Casa Civil, José Liberato, e dois seguranças. Estão já instalados no Hotel Sofitel.
Esta opção deve-se à nuvem vulcânica islandesa que está a impedir a circulação no espaço aéreo europeu. A restante comitiva presidencial segue em três autocarros, um pouco mais atrasados. A próxima escala, amanhã, é Barcelona.

 

Abre-se com este fenomeno da natureza uma curiosidade.

Cavaco Silva e sua lusa comitiva, estavam na Republica Checa, num frete presidencial a aturar as farpas que o presidente lá da terra nos estava a presentear.

Quando estava a preparar as malas para regressar a Portugal, é impedido pelo incomodado vulcão islandês.

A comunicação social portuguesa, repete e repete, explica e replica como o nosso presidente regressará ao conforto de Belem.

Já existem rotas traçadas, tempos de viagem, quilometros percorridos.

Mais parece que se trata do retorno de um presidente exilado, ou do regresso de um messias sebastiânico.

O homem a esposa, os seguranças e mais uns quantos amigalhaços de viagem, fazem aquilo que milhares de pessoas por todo esse mundo fora está a tentar fazer. Nós, aqui neste canto do mundo, onde nem a porra de uma nuvem nos atinge, precisamos e necessitamos de encher pacotes de espaços noticiosos. Desta feita, e depois do «manso é a tua tia, pá»... seguimos via GPS a chegada triunfal dos representantes de Boliqueime. Qual chegada pelo cais das colunas... há quem diga, as más linguas, de depois desta enorme viagem pelas terras do centro da Europa, o casal Silva extenuados irão pedir ao médico do «Centro de Saúde» da área de residência uma baixa de uns dias para recuperar as forças e do susto.

Que triste sina a nossa que temos que aturar esta gente.

 



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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
Depois do porreiro Pá!!!! eis uma nova pérola....

Em resposta a Francisco Louçã, a propósito de uma tirada, também nada feliz, alegando que Sócrates «anda mais manso», eis a resposta dada entre dentes, em directo para a televisão.... «Manso é a tua tia, Pá».... O Pá não pode faltar. É com este finissimo trato que esta gentalha conduz os nossos destinos e a barcaça em que Portugal está assente.

É mais uma pérola do primeiro-ministro José Socrates. Já houve par de cornos levantados por um ex-ministro, agora mais esta provocação.

No debate quinzenal que se realizou na Assembleia da República, José Socrates mostrou mais uma vez de que fibra é feito.

Rancoroso, mordaz, cacique e trauliteiro.

É assim que são discutidos os temas politicos neste país.

Pensa Sócrates, que ao discursar na Assembleia da República, está a falar para porcos ou para bois.

Reage como se de um simples cidadão se tratasse.

Mal estamos nós, os que pensam que os exemplos vêem de cima. De cima por certo chegam atitudes de taberna.

Esta pérola é mesmo à «Zé chunga», encostado ao balcão, de palito no canto da boca, escarra para o chão e coça os «tintins».

Ou muito me engano ou a coisa ainda não chegou ao adro da aldeia.

Via Público: «Disse Louçã. “De intervenção em intervenção vai ficando um pouco mais manso”, afirmou o deputado bloquista.
Com microfone desligado, José Sócrates comenta: “Manso é a tua tia, pá!” o som não se ouve nas imagens da AR TV, mas as câmaras da SIC captaram a imagem e é perceptível a frase. A SIC-Notícias fez uma peça, disponível também no site Parlamento Global.
Depois, na resposta a José Sócrates, Francisco Louçã afirmou: “Não baixe o nível no Parlamento!”

 


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Type O Negative - Morreu Peter Steele

Morreu o mentor dos Type O Negative, uma das minhas bandas de referência.

Este grupo, de quem eu dizia que tinha as mais deprimentes musicas para curar as minhas depressões, nos últimos anos acompanhou-me pela estrada fora.

Foram muitos momentos arrepiantes ao som de «World Coming Down».

Do homem não posso falar. Lamento a morte. Não sou conhecedor profundo para dizer quem ele era. Sei da obra que deixou, da musica que compôs.

As letras eram arrepiantes, tocadas com uns efeitos sonoros de fundo muito caracteristicos, a voz pausada e sofrida.

Hoje estou mais pobre, mantenho esta referência mas fica para o passado.

Da terra nada virá, não há paz à sua alma, porque seria acreditar numa alma que não existe assim que o corpo se acaba.

 

 

 

Via Site da Banda
 Official Statement about Peter Steele
Posted: April 15, 2010, 06:19:19 PM by admin in .
It is with great sadness that we inform you that Type O Negative front man, bassist, and our band mate, Peter Steele passed away last night of what appears to be heart failure.

Ironically Peter had been enjoying a long period of sobriety and improved health and was imminently due to begin writing and recording new music for our follow up to "Dead Again" released in 2007.

The official cause of death has yet to be determined pending autopsy results. The funeral services will be private and memorial services will be announced at a future date. We’d like to share our thoughts and those of Peter’s family below.
We are truly saddened to lose our friend and appreciate the tremendous outpouring today from around the world.

Sincerely,

Josh, Kenny and Johnny
  



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Domingo, 11 de Abril de 2010
História da Humanidade em tiras...


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Sábado, 10 de Abril de 2010
Emperor - Curse You All Men! (Live Inferno)

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Saramago para memória futura (cont.)


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Saramago para memória futura
 "A democracia em que vivemos é uma democracia sequestrada, condicionada, amputada..."


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Rage Against the Machine Dedication to Jose Saramago Alive


publicado por blogoval às 14:58
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